quarta-feira, 29 de outubro de 2008

TEORIA DOS CINCO ELEMENTOS

TEORIA DOS CINCO ELEMENTOS
Além do YIN YANG, os chineses antigos perceberam, talvez através da observação dos fenômenos naturais e suas evoluções de acordo com as estações, que o mundo se organizava em torno de cinco elementos ligados ao tempo e espaço: MADEIRA, FOGO, TERRA, METAL E ÁGUA. A Teoria dos Cinco Elementos é de vital importância para compreender-se a constituição dinâmica de absolutamente tudo que existe. A cada um desses cinco elementos estão associados um ponto cardeal ou direção, uma estação, um sabor, uma cor, um órgão (que é Yin), uma víscera (Yang), um meridiano, uma emoção, entre outros.
Podemos assim simplificar:
MADEIRA
O elemento madeira está associado à direção ou ponto cardeal Leste, que, segundo a definição, é o ponto onde o sol nasce. O elemento do nascimento. Do ponto-de-vista dos ciclos produtivos, da natureza ou do Homem, é o momento de germinação, onde grãos, sementes, seres começam a brotar. É a primavera, primeira estação. Segundo a Medicina Tradicional Chinês (MTC), o órgão e a víscera correspondentes a esse elemento é o fígado (Yin) e a vesícula biliar (Yang). Lembram-se do dito popular quando uma pessoa está de mau-humor ou irritada? A antiga sabedoria do povo já intuía: ”Está ruim do fígado!” Em outro exemplo do nosso dia-a-dia, percebemos que após a ingestão de muito alcoólicos, no dia seguinte a tendência é estarmos irritadiços, de mau-humor e/ou meio deprimidos. As emoções desse elemento são a raiva e a depressão. Entre as várias funções do órgão, e elas são inúmeras, uma de grande importância é a do equilíbrio das emoções.

FOGO
Pensar em Fogo nos faz lembrar calor e sol, portanto verão, a estação do crescimento. Cor? Vermelho sem dúvida. E qual órgão poderia estar mais ligado ao elemento, que tem no Sul seu ponto cardeal, senão o coração?
Característica de vital importância deste órgão é que ele está ligado à emoção e sentimentos. E não é o coração o símbolo do amor e da paixão na cultura ocidental e em várias outras? Quando estamos apaixonados, sentimos o coração bater forte. E se estamos tristes ou angustiados parece que o coração fica apertado, pequeno. Outra particularidade é que uma das ramificações do meridiano deste órgão se abre na base da língua. Ora, língua é fala. Os antigos chineses não poderiam estar mais certos ao perceberam esse trajeto da energia que vai do coração à língua. E como não pensarmos em Freud que percebeu a importância da fala como base instrumental para entendimento da psique humana?


TERRA
É o elemento da transformação. É a terra que transforma o grão, a semente que dela brota para se tornar novo ser vivo. No que se refere à estação, os chineses antigos reconheciam uma quinta, situada no final do verão e começo do outono. Época quente e de muitas chuvas. Uma característica é a umidade.
Muitas vezes ouvimos expressão bastante comum: “Fulano tem os pés no chão”. Realmente a terra nos evoca pés no chão, centro, firmeza. O órgão, baço, pâncreas, e a víscera, estômago, apresentam-se no centro do corpo, região do abdômen. Em termos de energia é o momento da estabilização anterior ao movimento. Muito apropriadamente o elemento Terra é o da capacidade de concentração e de meditação; de racionalizar, refletir, analisando criticamente.


METAL
Outono – estação associado ao Metal – é tempo de colheita, das folhas secas que caem, época, portanto, da secura em oposição à umidade do elemento Terra. É o elemento da maturidade.
Sua direção Oeste nos aponta para um movimento descendente, crepuscular, onde o sol se põe e o dia vai cedendo lugar à noite. Daí a emoção melancolia. O órgão é o pulmão (Yin) e víscera, o intestino grosso (Yang), ambos com funções de colher o essencial e descartar o que não interessa.

ÁGUA
Ligado ao Inverno, direção Norte, o elemento Água representa, dentro dos ciclos produtivos da natureza, a época em que a semente repousa sob o solo, aguardando mais um ciclo de germinação e renovação. Momento de estocagem dos alimentos, de recolhimento. A noite. Neste período não agimos, mas sim, repousamos para reativar nossas energias e baterias para outro dia. É ao mesmo tempo fim e começo de novo ciclo. O órgão desse elemento não poderia deixar de ser o rim, considerado pela medicina chinesa como essencial à vida e sede primordial da energia vital. Vital também é a água para a vida – pode-se ficar dias sem comer mas não sem beber - que está presente em quase dois terços de nosso corpo.

Os Cinco Elementos apresentam-se dinamicamente interligados em uma relação de interdependência e movimento contínuo. Uns moderando, dominando, nutrindo ou inibindo outros. Pela sua própria natureza órgãos e vísceras uns dominam outros. Mas tudo na natureza como no Cosmos procura tender ao equilíbrio, à falta do qual produz no organismo humano desarmonia e pode levar à doenças. Excesso de dominação em um órgão ou víscera gera deficiência em outros e vice-versa. Devemos entender os Cinco Elementos dentro de uma dinâmica de ciclos inteiros com predomínio de certas características. Existem vários ciclos, mas dois principais: o de construção e o de destruição. É importante assinalar que esses termos não devem ser entendidos literalmente, mas sim no sentido de geração e inibição.
Em outras palavras, podemos esquematizar do seguinte modo, tomando como base os dois ciclos principais:

GERAÇÃO
A madeira queima e produz Fogo e de suas cinzas surge a Terra, dentro da qual se condensa o Metal que elimina a Água, da qual brota Madeira. E o ciclo recomeça. Em outras palavras: Madeira nutre Fogo, que gera Terra, que nutre Metal, que gera Água que nutre Madeira.

INIBIÇÃO
Água apaga fogo, que funde Metal, que corta Madeira, que esgota Terra, que consume Água, e assim novamente. Ou seja, Madeira inibe Terra, que inibe Água, que inibe Fogo, que inibe Metal, que inibe Madeira.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Teoria Yin-Yang

Yin e Yang são conceitos que fundamentam a Medicina Tradicional Chinesa, tal como o conceito de Qui. São princípios fundamentais, opostos e complementares, que interagem entre si e auxiliam a percepção e compreensão de várias contradições na anatomia e fisiologia do corpo humano, assim como diagnóstico e tratamento.. Esse conceito chinês de Yin e Yang representa a idéia de que o mundo é um todo e que esse todo é o resultado da união contraditória de dois princípios, o yin e o yang. Para uma melhor compreensão dos acontecimentos dinâmicos de todas as coisas que ocorrem no Universo foi elaborada a teoria do Yin – Yang. Portanto tudo o que acontece no cosmos tem dois aspectos opostos e interdependentes e Yin-Yang é uma forma de expressarmos esse pensamento.
O conceito de Yin e Yang surgiu da observação das leis que estabelecem a ordem natural e existência das coisas e a essência e condição própria dos seres. Provavelmente a mais antiga observação foi a explicação da mudança cíclica entre o dia e a noite. Todas as coisas estão sujeitas à mutação a cada instante, porém as mudanças ocorrem em seqüências regulares, com períodos de duração sempre igual e com os fenômenos astronômicos repetindo-se sempre na mesma ordem. Noite e dia, primavera, verão, outono e inverno são previsíveis.
Yin e Yang são termos relativos para expressar que a polaridade não é estática, mas dinâmica, em constante mutação, significando que não existe apenas frio e calor, mas calor transmutando-se em frio e frio se transformando em calor.
Deste modo a correlação entre Yin e noite e Yang e dia permitiram estender a observação para outros fenômenos como escuridão e luminosidade, atividade e repouso, terra e céu e a correspondência entre Yin e Yang. O Yang puro ou cósmico refere-se ao Céu, pois é a Energia que se forma fora, para o alto, mais pura onde encontramos o Sol, e o Yin puro ou cósmico refere-se à Terra, à Energia mais pesada que toma forma e se adensa para formar a terra. O jogo entre dia e noite, intercalando-se, entremeando-se, confundindo-se entre si dá ao céu a forma arredondada e a terra a aparência plana. Do céu pendem essências yang e da terra brotam essências yin. O Leste é onde o sol nasce e corresponde ao Yang e o Oeste, o por do sol, ao Yin. Pela tradição, nas cerimônias o Imperador devia posicionar-se olhando para o Sul e ficando assim à sua direita o oeste e à esquerda o leste. Desta maneira, leste e esquerda corresponde ao Yang e oeste e direita ao Yin. De um modo geral tudo o que é animado, em movimento, exterior, ascendente, quente, luminoso, funcional, cujas capacidades se desenvolvem, tudo o que corresponde a uma ação é Yang. Tudo o que está em repouso, tranqüilo, interior, descendente, frio, sombrio, material, cujas funções decrescem, tudo o que corresponde a uma substancia é Yin. A água é Yin, o fogo é Yang. A água é de natureza fria e escorre, assim é Yin; o fogo é de natureza quente e suas chamas se elevam, e, portanto é Yang. Não se mover é yin, mover-se é yang. Yang simboliza o estado mais rarefeito e imaterial da matéria enquanto o Yin representa o estado mais material e denso
A dicotomia Yin –Yang é a expressão da variação sucessiva de estados opostos. O dia é Yang, mas ao alcançar seu apogeu o Yin dentro dele começa a se desenvolver e mostrar-se gradativamente. Isso significa que cada fenômeno pode pertencer ao Yin ou ao Yang, mas dentro dele há a semente da fase contrária.
Yin e Yang simbolizam a imagem de um estado único de mudança e transformação de tudo o que há no Universo. Nada é absoluto, portanto não há totalmente Yin ou Yang. Essa relatividade manifesta-se na idéia de que Yin e Yang podem transformar-se um em outro, assim como noite e dia se transformam, como o gelo solidificado transforma-se em água e esta em vapor que ao se condensar transformar-se-á em gelo novamente.
Juntos Yin e Yang produzem energia e todos os fenômenos. Yin e Yang atraem-se mutuamente e ao mesmo tempo se repelem e quanto mais semelhante maior a força de repulsão e vice-versa. Todos os fenômenos são efêmeros e são dotados de polaridade e transmutam-se.
Yin e Yang e a interdependência
Apesar de Yin e Yang serem representações de idéias opostas há uma relação de dependência entre eles. Yin e Yang são relativos, não absolutos. Todas as coisas existem em oposição complementar. Para existir o Yin é preciso haver o Yang, assim como não existe frio sem calor. Não há movimento sem resistência ou mudança. Não há sombra se não houver a luz, nem o verão sem o inverno. Esse princípio de oposição complementar transformando-se em um uno (o Tao), existe em todas as coisas da natureza e originam as manifestações que contem em proporções variáveis ambos os princípios, com predomínio de um ou outro temporariamente. Todos os aspectos em sentido contrário existem simultaneamente.
Esta interdependência entre yin e yang mostra uma relação de reciprocidade onde um depende do outro, não existe separadamente e não há separação
Do ponto de vista da Medicina Tradicional Chinesa não há separação entre Matéria e Energia. Energia é a essência do todo, seu princípio e fim, e manifesta-se no homem com todas as suas expressões vitais, físicas e psíquicas produto da atividade Yin-Yang. O homem carrega dentro de si o Tao e é o próprio meio e fim deste instrumento. Para a Medicina Tradicional Chinesa é um transformador de Energia e seu organismo está assim estruturado. As vísceras são de característica Yang, pois transforma alimento em Sangue que serão armazenados por órgãos de natureza Yin. Na esfera de pensamento da Medicina Tradicional Chinesa o conceito de oposição complementar entre Yin e Yang repercute nas observações físicas do corpo humano. Yin refere-se a substancias materiais, ao espaço interior e inferior, à temperatura fria e ao aspecto opaco ou lento. Yang por sua vez relaciona-se ao processo funcional, espaço exterior e superior, à temperatura quente e aspecto brilhante e rápido. Os meridianos que percorrem a face medial dos membros são de característica Yin, enquanto que os que percorrem a face lateral são de característica Yang. Entre os fatores causadores de adoecimento Frio e Umidade são considerados Yin, ao passo que Calor e Secura Yang.
Cada parte do corpo humano representa um aspecto Yin ou Yang, porém isso é relativo. A região abdominal pode ser considerada Yin em relação ao tórax, porém é Yang em relação à parte inferior do corpo.
A cabeça é o lugar onde todos os meridianos Yang se encontram e essa relação do Yang com a cabeça manifesta-se de várias formas . Primeiro, o Qui tende a se elevar e como a cabeça é a região mais alta do corpo o Yang tenderá a ascender para essa região. O segundo fator relaciona-se ao fato de ser uma região facilmente afetada por fatores perversos Yang como Calor e Vento, ao contrário do que ocorre com tórax e abdome que são mais facilmente afetados por fatores perversos Yin como Frio.
Cada órgão relaciona-se com uma víscera formando uma unidade bipolar Yin – Yang e no interior de cada órgão está presente o Yin e o Yang, como por exemplo, Yin e Yang do Fígado. Tendões e músculos são mais internos e são Yin, pele é Yang. Dessa mesma forma poderemos dizer que o dorso é Yang porque nele correm os meridianos Yang e protegem o organismo contra a invasão de fatores exteriores. A frente é Yin, pois os meridianos Yin que fluem transportam Qui que nutre o organismo.
Quanto às patologias a relação Yin-Yang é vista como a manifestação de excesso de Yin produzir frio e sua deficiência calor. A transformação de um em outro é observada quando do máximo Frio surge o Calor e vice-versa, e as patologias Yin podem se transformar em Yang. Manifestações de frio podem surgir em patologias de intenso calor. Essas mudanças só podem ocorrer quando houver condições para tal, como o amadurecimento das condições internas. Outra condição preponderante para o processo de transformação é o fator tempo, ou seja, as condições devem estar preparadas para a mudança.
A natureza oposta é refletida quando a deficiência de um leva ao excesso de outro. Também há de se considerar que a função vital Yang necessita da matéria Yin para agir. Se há excesso de Yang o Yin pode ser lesado e podemos ter manifestações clínicas de agitação, insônia, nervosismo. Quando o contrário acontece o excesso de Yin que surge pela deficiência de Yang pode ser expresso por sonolência, quietude.
A diferenciação entre Yin e Yang embasa o entendimento dos processos patológicos. Quando citamos Yin do Rim queremos exprimir a idéia de estrutura material do Rim onde está armazenado o Jing e Yang do Rim as funções primordiais do órgão.
Os aspectos contrários estão em contínuo movimento mantendo equilíbrio e permitindo que o aumento de um leve ao decréscimo do outro. Em condições normais há limitações para essas transformações promovendo harmonia dinâmica fisiológica. Quando surge a instabilidade há aumento das probabilidades de aparecimento de doenças. Essa instabilidade causa padrões mais comuns de manifestação do desequilíbrio Yin e Yang e que são vistos no surgimento das patologias: excesso de Yin associado à deficiência relativa de Yang, excesso de Yang com deficiência relativa de Yin, deficiência de Yang com aumento relativo de Yin e deficiência de Yin com excesso relativo de Yang. Como não podemos falar em absolutismo esses padrões mesclam-se para formar novos padrões e assim conseqüentemente novas etiologias para o processo de adoecimento.
Yin e Yang devem coexistir em harmonia e se ocorre o desequilíbrio surge a doença. Assim a teoria Yin – Yang é importante para servir como diagnóstico e auxiliar quanto ao princípio de tratamento.
Pode-se dizer que o homem é produto de forças cósmicas, saúde e doença são produtos dessas forças em equilíbrio ou não. Yin e Yang estão mesclados em proporções corretas e fornecem o equilíbrio energético. Quanto estas proporções se alteram há enfermidade. Yin e Yang originam água, fogo, madeira, metal e terra e os cinco formam o Yin e Yang.
Viver em harmonia é contrabalançar o Yin e Yang, é saber proporcionar o equilíbrio entre as formas opostas, perceber o constante movimento de transformação e ter a capacidade de adaptação a essas constantes mutações.

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sábado, 25 de outubro de 2008

Fundamentos da Medicina Tradicional Chinesa (MTC);

A medicina tradicional chinesa (doravante designada mtc) é muito mais do que uma prática médica. Consideramos aqui a palavra médica dentro do conceito ocidental que significa "arte ou ciência de evitar, curar ou atenuar as doenças (segundo o dicionário Aurélio)". Também dizemos que a mtc é um conjunto de recursos terapêuticos, não a define bem. Na verdade o seu conceito é muito mais amplo. Quando entramos em contato com a mtc ela se mostra como um caminho de tratamento, mas logo em seguida percebemos que para se tratar a doença precisamos desenvolver o nosso auto-conhecimento e finalmente percebemos que a mtc é um caminho de transformação e uma opção de vida.
Na realidade, quando estudamos profundamente a mtc percebemos que suas raízes encontram-se fundamentadas no "Livro das Mutações" (I Ching). Este influenciou a ciência, a filosofia, a arte e toda a sabedoria do povo chinês. O I Ching é uma ciência numerológica, onde se classifica todos os eventos nos 64 hexagramas. Também é muito utilizado como um oráculo de sabedoria. Influenciou o confucionismo, o taoísmo e do budismo na China.
Como podemos observar a mtc esta baseado em princípios filosóficos, na observação dos fenômenos da natureza e sua influencia energética no ser humano e em suas relações internas e externas, na astrologia chinesa, na compreensão do princípio único (Tao) e sua dualidade energética (Yin e Yang).
O objetivo das práticas terapêuticas baseadas na mtc, é compreender os fatores que propiciaram ao indivíduo o seu desequilíbrio energético e tentar estabelecer a fluidez energética obtendo o equilíbrio. Para tanto, o seu diagnóstico (mais correto avaliação energética) procura estabelecer relações do seu comportamento, alimentação, analisa odores, transpiração, pulso, língua, condições da natureza que esteve exposto entre outras coisas para determinar qual é o princípio de tratamento a ser realizado. Este tratamento energético pode ser obtido através de diversas práticas terapêuticas orientais.

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quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Curso básico Auriculoterapia

Fundamentos da Medicina Tradicional Chinesa (MTC);
Teoria Yin-Yang;
Teoria dos Cinco Elementos;
Sangue
Ki (Energia)
Teoria Zang-Fu (Órgãos Internos);

Teoria Jing (Meridianos);
Histórico da Auriculoterapia;
Desenvolvimento Atual;
Mecanismos de Ação da Auriculoterapia;
Anatomia da Orelha;
Nomenclatura;
Correlação dos pontos auriculares;
Estruturas anatômicas do pavilhão auricular;
Localização e função dos pontos auriculares;
Lóbulo;
Antítrago;
Fossa Superior do Antítrago;
Trago;
Incisura do Supratrago;
Anti-Hélix;
Anti-Hélix Cruz Inferior;
Anti-Hélix Cruz Superior;
Fossa Escafóide ou Escafa;
Fossa Triangular;
Concha Cimba;
Concha Cava;
Incisura do Intertrago;
Hélix
Diagnóstico;
Diagnóstico – Características Semiológicas;
Indicações;
Tratamento;
Técnicas de Tratamento;
Protocolos Avançados de Tratamento.